Pequeno no tamanho e grande na atitude

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Por Indyra Tomaz baseada em informações e imagens do G1

Diretamente das telas do cinema e histórias em quadrinhos o homem-aranha. Melhor, seu filho, como preferiu ser chamado o menino Riquelme de 5 anos que salvou uma bêbe de 1 ano e 10 meses de incêndio em Palmeira, Santa Catarina, na tarde de quinta (8). Segundo informações do soldado do Corpo de Bombeiros Giovanni da Cunha, em fala ao G1 Riquelme Wesley dos Santos brincava em um pátio em frente à casa dos vizinhos, quando o incêndio começou.

Riquelme agiu por puro impulso e pela certeza de ser o próprio o homem-aranha. No momento em que entrou na casa em chamas, o menino vestia uma fantasia do seu herói. Afirmou que em nenhum momento sentiu medo de todo o fogo e completou explicando como foi realizado o salvamento da pequena Andrielle.

Assustada com o fato a mãe do bebê, Lucilene dos Santos, tentou entrar na casa para tirar sua filha de dentro, mas acabou fracassando. O pequeno “homem- aranha” tranqüilizou a mãe da menina com as seguintes palavras: ” não grite nem chore. Vô salvar a menina”.

Depois do ato heróico do menino Riquelm, o Sargento José Macedo fala da inocência e falata de noção de perigo do garoto e completa,” poderia ser mais uma vítima. É preciso equipamentos especiais para entrar em ambientes confinados.”

De acordo com Cunha, que realizou a perícia no imóvel na manhã de sexta-feira (9), o incêndio destruiu 80% da residência e a causa provável foi um curto-circuito.

OBSERVAÇÃO:

Com certeza foi uma nobre atitude essa do menino Riquelme, porém, apresentou um grande perigo para as duas crianças. Essa transposição da fixação para a realidade poderia ter causado tristeza profunda às duas famílias.

Então criançada, nada de repetir os atos heróicos dos seus personagens de desenhos animado para a realidade, porque o resultado pode não ser um final feliz.

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2 Respostas para “Pequeno no tamanho e grande na atitude

  1. Dyra, a estória desse menino vai entrar para a história! Imagina o carão que ele deve ter levado da mãe, hein? “Meu filho, nunca mais faça isso, ‘cê podia ter morrido…” Acho que, no primeiro momento, eu talvez agisse assim, mais olhando pra minha cria que pro bebê. Penso que a própria mãe não o salvou por ser do tipo de pessoa que fica inerte diante do perigo. No mais, vale sonhar como seria bom que o exemplo do menino-herói fizesse renascer em nós, adultos, os Riquelmes que deixamos para trás.

  2. se esse menino é o homem-aranha, o que fariam os supostos Batmans e Super-homens?!
    😉

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